“É preciso mudar a
mentalidade” - Veja
Alexandre Scheinkman, construiu uma carreira acadêmica
brilhante como professor, com passagens pelas universidades de Chicago,
Princeton e, agora, Colúmbia, em Nova York. Ao longo de sua trajetória, foi
parceiro em estudos de ganhadores de prêmios Nobel e de xerifes da economia,
como o presidente do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke. Autor e
analista renomado, tornouse uma voz influente nas altas esferas das decisões
econômicas, mas nunca deixou de lançar um olhar especialmente perspicaz sobre o
Brasil, que visita com frequência. Em sua mais recente passagem por São Paulo,
ele falou a VEJA sobre como a falta de regras claras e estáveis para
investimentos e a permanência de focos de protecionismo continuam emperrando
os avanços e mantendo o país na rabeira do bloco de nações mais promissoras. Leia mais.
Eles têm luz própria
– Brasil Econômico
O Brasil está engatinhando num mercado que já conta com
milhões de adeptos em países como Alemanha e Japão. De acordo com a Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apenas 38 brasileiros, de nove estados,
estão gerando e vendendo, para as distribuidoras do setor, sua própria energia
– captada a partir de painéis que absorvem e armazenam a energia do sol. Em
contraste, a Alemanha, líder no mercado global de geração de energia solar em 2012,
conta com cerca de 1,5 milhão de produtores individuais de energia, a partir de
sistemas de painéis solares fotovoltaicos. No pico, esse consumidores chegam a fornecer 60% da energia
consumida no país. Leia mais.
Eletrobras negocia
com Aneel mais R$ 12 bi por ativos de transmissão - Info Energia
A Eletrobras negocia com a Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel) o valor de, pelo menos, R$ 12 bilhões para indenizações dos
ativos de transmissão construídos antes de maio de 2000. A informação foi
passada pelo presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto. Leia mais.
Medidas do governo
afetam mercado livre em 2014 – Valor Econômico
As perspectivas para o mercado livre de energia em 2014 não
são das melhores. Segundo comercializadoras e especialistas, as novas políticas
do governo para evitar a pressão inflacionária em ano eleitoral, como o
adiamento para 2015 do sistema de bandeiras tarifárias e um novo subsídio do
Tesouro para cobrir parte da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE),
afetarão a competitividade do mercado livre em relação ao regulado. Leia mais.
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