Risco
de racionamento hoje é de 12% - O Tempo
O volume de chuvas no chamado período úmido, entre
novembro e abril, determinará a necessidade de ser implementado ou não um
racionamento de energia no Brasil a partir do mês de maio de 2015. Estimativas
da consultoria especializada PSR sugerem que, se o volume de chuvas nesse
intervalo ficar em 80% da média de longo termo (MLT), o risco de racionamento
atinge 35%. Atualmente, esse risco está em torno de 12%. Leia Mais
CCEE
acredita que 2015 será tão agitado quanto 2014 – Canal energia
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica trabalha
para um ano de 2015 tão agitado quanto o ano de 2014. A gestão da conta-ACR e
preços de energia ainda em patamares mais elevados são os principais
direcionadores dessa expectativa. Outro ponto a ser observado este ano e que
influenciará em 2015 será o leilão A-1 que indicará como o governo e a Aneel
deverão atuar para minimizar o impacto sob o setor elétrico no ano que vem.
Leia Mais
Fundação
Cesp é a maior de capital privado, com 120 mil associados - Valor Online
Surgida da então estatal Companhia Energética do Estado
de Paulo, há 44 anos, a Fundação Cesp é hoje o maior fundo de pensão de capital
privado do país, com 120 mil associados e patrimônio de R$ 22 bilhões. Leia Mais
Consumo
de energia na indústria cai 5,1% - Valor Econômico
O consumo de energia na indústria brasileira recuou
5,1% em agosto ante o mesmo período do ano passado, para 15.066 (GWh), segundo
dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O consumo total
nacional, no entanto, permaneceu estável no período (queda de -0,1%), devido ao
aumento de demanda no comércio, serviços e residências. Leia Mais
Problemas
de distribuidoras podem não ser resolvidos – Monitor Mercantil
O leilão de energia existente A-1 deverá ser realizado
ainda neste ano, segundo informou nesta segunda-feira o presidente do Conselho
de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Luiz
Eduardo Barata. No entanto, admitiu que a oferta, nos moldes como ocorre atualmente,
pode não resolver o problema das distribuidoras em 2015, já que elas terão uma
necessidade alta de contratação no primeiro semestre, mas podem ficar
sobrecontratadas na segunda metade do ano. Leia Mais
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