Horário
de verão será mais longo e terá economia de energia menor – Bom Dia Brasil
(Globo)
O horário de verão, que começa no domingo em dez
estados e no Distrito Federal, vai ser o mais longo este ano. Só que desta vez,
a economia de energia será menor. Serão 126 dias, sete a mais do que no ano
passado. O governo calcula que vai economizar menos dinheiro porque as usinas
térmicas, que geram energia mais cara, estão ligadas para compensar a falta de
chuva. Assista
Preço-teto
para energia pode cair 53% - O Estado de S. Paulo
O governo quer reduzir à metade o preço da energia no
mercado de curto prazo. O novo valor proposto para o teto, hoje em R$ 822,83
Por megawatt hora (MWh), não poderá ultrapassar R$ 388,04, prevê a Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Se aprovado, o novo valor passaria a
valer a partir de janeiro. Leia Mais
Governo
propõe teto menor para preço de energia no mercado livre - O Globo
Dois anos após ter forçado a redução de 20% das tarifas
de energia elétrica, por meio de uma medida provisória, o governo propôs mais
uma medida heterodoxa para conter os preços do setor. Ontem, a Agência Nacional
de Energia Elétrica (Aneel) colocou em audiência pública medida para reduzir de
R$ 822,83 para R$ 388,04 o preço máximo pago pelo Megawatt-hora no mercado de
curto prazo de energia. Leia Mais
Mudança
na energia trava mercado livre - Folha de S. Paulo
A sugestão da Aneel de reduzir os preços da energia
elétrica no mercado dc curto prazo (chamado de Preço de Liquidação das
Diferenças — PLD), anunciada nesta terça, fez com que comercializadores
interrompessem as negócios no mercado livre. Leia Mais
Aneel
quer conter valor da energia sem afastar investidor - Valor Econômico
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs
ontem o corte pela metade do valor máximo da energia negociada no mercado de
curto prazo (spot) a partir de 2015. Leia Mais
Horário
de verão dura mais e economiza menos - O Estado de S. Paulo
O horário de verão, que começa à zero hora do domingo,
19, vai durar mais na próxima estação, porém, ocasionará economia menor. Com a
falta de chuvas e o uso mais intenso das térmicas em 2014, a previsão do
Ministério de Minas e Energia (MME) é de que sejam poupados R$ 278 milhões em
eletricidade, desempenho inferior aos R$ 405 milhões economizados no verão
passado. Leia Mais
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Dê o seu comentário a respeito do post!