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terça-feira, 16 de abril de 2013

Clipping de Notícias - 16 de Abril de 2013 - Política


Polêmico, gás de xisto terá leilão no Brasil em outubro – folha de S. Paulo

Uma fonte de energia polêmica nos EUA e proibida em alguns países, como França e a Bulgária, está prestes a começar a ser explorada no Brasil: o gás de xisto, ou gás não convencional. Leia Mais

País poderia economizar R$ 500mi com eólicas – O Estado de S. Paulo

O Brasil poderia ter economizado cerca de R$ 500 milhões em 2012 se os parques eólicos construídos no Nordeste estivessem em operação. Leia Mais

Produção de usinas eólicas cresce 73% em um ano no Brasil – Terra

A capacidade eólica brasileira instalada em seus 108 parques alcançou 2,5 gigawatts (GW) no ano de 2012, crescimento de 73% em relação a 2011, segundo o balanço anual divulgado nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Com isso, esse tipo de energia respondeu, no ano passado, por 2% da matriz elétrica do País. Leia Mais

ANP sugere que leilão do pré-sal oferte menos de 10 bi barris – Reuters

O órgão regulador do setor de petróleo e gás vai sugerir ao governo que a primeira rodada de leilão de áreas do pré-sal tenha reservas com potenciais inferiores a 10 bilhões de barris recuperáveis de óleo equivalente. Leia Mais

Governo usará rede elétrica para suprir gasodutos – Diário do Grande ABC

O governo, a mando da presidente Dilma Rousseff, vai usar a rede de transmissão elétrica para suprir a carência de gasodutos no País e tornar viável a utilização do gás produzido em terra no Brasil, hoje uma fonte de energia pouco competitiva e com potencial desperdiçado. A ideia, encampada pela Petrobras, é transformar o gás em energia elétrica ao lado do poço de produção, usando posteriormente a rede de linhas de transmissão para escoá-la. A estratégia replicaria a nova e bem-sucedida experiência da OGX/MPX no Maranhão. Leia Mais

Novo governo vai decidir quem usará energia paraguaia – Valor Econômico

O próximo presidente do Paraguai irá arbitrar quem terá a primazia para explorar a disponibilidade energética do país nos próximos 20 anos: a fabricante de alumínio Rio Tinto Alcan ou a industria brasileira “maquiladora”, sobretudo nos setores têxtil e de autopeças. Leia Mais

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